Wednesday, April 29, 2009

sim ou não a durão barroso?!

ERA PARA TECER ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DESTE TEMA. NO ENTANTO, ESTE ARTIGO É TÃO CLARO E BEM ESCRITO QUE SUBSCREVO NA ÍNTEGRA TUDO QUANTO NELE FOI ESCRITO.

Sim ou não a Durão Barroso?

A 13 de Abril de 2009 por Vasco Campilho  
Arquivado em Mundo, Política, Portugal Artigo do Público de 12.04.09

O precedente faz regra: o próximo Presidente da Comissão Europeia será membro do partido que vencer a nível europeu.

Não obstante os discursos bem-intencionados, as eleições europeias têm servido como eleições nacionais de segunda ordem. Com legislativas apenas três meses depois das europeias, a leitura nacional das europeias sai reforçada em Portugal – como se se tratasse de um mero ensaio geral. Mas a natureza das eleições europeias está a mudar. Por um lado, desde que Portugal aderiu à CEE, os poderes do Parlamento Europeu (PE) foram reforçados pelos sucessivos Tratados. Por outro lado, os grupos parlamentares transnacionais no PE – entre os quais sobressaem o Partido Popular Europeu (PPE) e o Partido dos Socialistas Europeus (PSE) – ampliaram a sua influência política. Estes dois processos conduziram a que hoje em dia, o voto dos cidadãos tenha uma influência na escolha do Presidente da Comissão Europeia (CE). Porém, nem os partidos políticos nem os eleitores tomaram ainda a medida dessa mudança.

Recuemos alguns anos: em 2004, a Comissão Prodi estava de rastos, e a recondução do ex-Primeiro-ministro italiano era um cenário que nem se colocava. Mas o Comissário português António Vitorino tinha-se notabilizado nesse mandato, adquirindo uma aura de competência e capacidade política. O Governo português, à época liderado por José Manuel Durão Barroso, não olhou à cor partidária e decidiu apoiar a indicação de António Vitorino para Presidente da CE vários meses antes das eleições europeias. A candidatura de António Vitorino acabou por ser posta em causa não ao nível intergovernamental, mas sim pela derrota do PSE nas urnas: o grupo parlamentar do PPE, vencedor das eleições europeias, deixou bem claro que não aprovaria um nome que não saísse das fileiras do seu partido para a Presidência da CE. O nome escolhido acabou por ser o próprio Durão Barroso.

Nesta matéria, o precedente faz regra: o próximo Presidente da Comissão Europeia será membro do partido que vencer a nível europeu. O PPE já fez saber, no mês passado, que apoiará a recondução de Durão Barroso caso mantenha a maioria. Também o PSE já afirmou que apresentará um candidato próprio caso vença as eleições europeias. Para os eleitores europeus, a conclusão não podia ser mais clara: um voto numa lista PPE (em Portugal, PSD ou CDS) é um voto favorável a Durão Barroso; um voto numa lista PSE (em Portugal, PS) é um voto contra Durão Barroso e a favor de um socialista ainda por escolher para Presidente da CE.

Para o PS, esta é uma conclusão incómoda: ninguém gosta de se apresentar ao eleitorado como o partido que prejudica a posição do seu país na Europa. No entanto, o partido do Governo pouco pode fazer para a alterar: na noite de 7 de Junho, os seus votos e os seus deputados serão sempre contados como fazendo parte do PSE. A hipótese de António Guterres vir a ser o candidato do PSE ao cargo actualmente ocupado por Durão Barroso – avançada esta semana por Ana Gomes e Paulo Pedroso – é evidentemente irreal: nenhum governo europeu aceitaria que um português sucedesse a outro português neste cargo. Um voto no PS nas europeias de Junho será não apenas um voto contra Durão Barroso, mas inevitavelmente também um voto contra um português na Presidência da CE.

Muitos no Partido Socialista convivem bem com esta realidade. Deixar cair Durão Barroso é uma forma de segurar votos em fuga para o BE ou o PCP, confortando simultaneamente o discurso europeísta de quem não olha à nacionalidade. Seria de aplaudir a transparência e a coerência do PS se adoptasse tal estratégia. Mas José Sócrates preferiu escamotear as consequências do voto PS nas europeias, tentando esconder ao eleitorado português a verdadeira escolha em que vai participar a 7 de Junho: sim ou não a um novo mandato de Durão Barroso em Bruxelas?

AGORA EU, NOVAMENTE.
CONTINUO A ACHAR QUE FAZ MUITO MAIS SENTIDO CONTINUARMOS A TER UM PORTUGUES A LIDERAR A COMISSÃO EUROPEIA.

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Monday, April 27, 2009

AINDA SOBRE O VII FESTUBI

DEIXA-ME MUITO CONTENTE…

IN BLOG DA “BANDA DA COVILHÔ

A excelente apresentação do Festival a cargo de Pedro Neves constituiu também uma chave para o grande sucesso do mesmo. A forma como brinca com as palavras, os momentos hilariantes e a sua participação foram de facto excelentes.

IN “PORTUGALTUNAS”

Após um curta introdução feita pelos membros da direcção da desertuna, a apresentação ficou a cargo de Pedro Neves, que animou a todos com o seu espírito de comediante, sendo gratificado no final com título de Tuno honorário da Desertuna.

IN BLOG “OSSIMPLESMOMENTOS”

Se há noites que valem a pena…ontem foi uma delas. Reunir a grande “familia”. Sentir. Vibrar. Aplaudir. Rir até nao poder mais. Ficar com as lagrimas nos olhos. Partilhar. Orgulho.
Uma noite de tunas memorável. Foi uma noite ( ou melhor…um noitão) que dificilmente se esquece.

JORNAL URBI ET ORBI

A apresentação esteve a cargo de Pedro Neves, que abrilhantou ainda mais esta noite com o seu característico bom humor, introduzindo cada um dos convidados de forma personalizada.

É MUITO BOM VER O TRABALHO RECONHECIDO E ACARINHADO

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Monday, April 20, 2009

VII FESTUBI - COVILHÃ

FOI COM UMA SATISFAÇÃO IMENSA QUE VOLTEI A SER O APRESENTADOR DE MAIS UMA EDIÇÃO DO FESTUBI -FESTIVAL DE TUNAS DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR, NA COVILHÃ, CLARO ESTÁ.

COMO SEMPRE FUI MUITO BEM RECEBIDO E MUITISSIMO BEM TRATADO.

O EVENTO CORREU LINDAMENTE E FOI UM ESPECTÁCULO VER AQUELA SALA REPLETA COM OS 998 LUGARES OCUPADOS POR UMA PLATEIA DE TODAS AS IDADES QUE NÃO ARREDOU PÉ ATÉ QUASE AS 04:00H DA MANHÃ.

SOU UM APAIXONADO POR TUNAS ACADÉMICAS E MUITO EM PARTICULAR PELA DESERTUNA. NÃO CONHEÇO OUTRA TUNA NO PAÍS COM A HARMINIA E QUALIDADE MUSICAL QUE APRESENTAM.

DESTA VEZ FUI COM A MINHA ANOCAS E ATÉ DEU ARA PASSARMOS A TRADE DE SÁBADO A PASSEAR E A CONHECER ALGUMAS ALDEIAS CIRCUNDANTES (COMO O CASO DA MAGNÍFICA ALDEIA DE SORTELHA).

À NOITE O ENSAIADOR DA DESERTUNA PEDIU-ME QUE DESSE UMAS PALAVRAS DE INSENTIVO À DESERTUNA, AO CORO FEMININO E À ORQUESTRA DE CORDAS NO SENTIDO DE QUE ENTRASSEM MORALIZADOS E COM GARRA PARA UM CONCERTO DIFÍCIL MAS MUITO BONITO.

ASSIM O FIZ E, LOGO DE SEGUIDA, VEIO A SURPRESA!

FUI NOMEADO TUNO HONORÁRIO DA DESERTUNA - UMA GRANDE HONRA, SE QUEREM QUE VOS DIGA.

E PRONTO, AGORA PASSO A APRESENTAR A MINHA NOVA FAMÍLIA, MAIS UMA!

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Monday, April 6, 2009

VIVA O SENTIDO DE HUMOR DOS PAIS!

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